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Publicações científicas

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Nothrotherium maquinense

 

Preguiça terrícola da época Pleistoceno (cerca de 11 mil anos atrás). O estudo revelou a primeira evidência de câncer ósseo em mamífero não humano do Período Quaternário.

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Farlowichnus

 

Farlowichnus rapidus é um gênero icnológico de pegadas com morfologia misteriosa e única atribuída a dinossauros. Estudos recentes combinados com achados importantes de restos mortais de dinossauros terópodes trazem valiosas informações sobre a presença de pequenos carnívoros corredores que habitaram o maior deserto fóssil conhecido da história da Terra e que sabe-se hoje estar intimamente relacionado ao aquífero guarani.

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Epoidesuchus

 

Publicado na revista Anathomycal Records, estudo descreve uma nova espécie de Crocodilos pré-históricos terrestres da Formação Adamantina, confirmando a monofilia do grupo Peirosauridae e sua divisão em Peirosaurinae (terrestres) e Pepesuchinae (semiaquáticos). A análise sugere que os Pepesuchinae representam o retorno dos crocodiliformes à vida aquática, explorando nichos não ocupados por outros crocodiliformes cerca de 90 milhões de anos atrás.

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Panochthus 

 

O artigo que leva esta ilustração descreve um estudo detalhado e lança várias interpretações a partir dos ferimentos encontrados nas carapaças de alguns gêneros novos de Gliptodontes​ que, como estes, também apresentam este tipo de ferimento, ocasionados por combates entre indivíduos da mesma espécie.

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Iguanodontidae

 

Ilustração produzida para artigo publicado na Cretaceous Research, representando a planície alagável da Bacia do Tacutu durante o Cretáceo Inferior, no estado de Roraima, norte do Brasil. O estudo identificou múltiplos tipos de pegadas atribuídas a terópodes e ornitópodes, revelando uma expressiva diversidade e ampla distribuição desses dinossauros na região.

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Vestígios do Cretáceo

 

Pegadas no interior do Rio Grande do Norte revelaram fauna composta por grandes saurópodes e Ornitópodes por volta da metade do período Cretáceo.

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Pistas em Milagres

 

Pegadas de dinossauros no município de Milagres, CE, provenientes de um sistema de paleo-rios entrelaçados,  ajudam os cientistas a identificar com mais precisão a formação geológica antes atribuída a um tempo muito anterior ao surgimento destes animais.

Anuros Bauru - Guilherme Gehr.jpg

Anuros do Bauru

 

Arte para artigo que explora registros inéditos de sapos do Grupo Bauru (Cretáceo Superior), ampliando o conhecimento sobre a distribuição desses anfíbios na América do Sul durante o Mesozoico.

Santanaraptor e Mirischia - Guilherme Gehr menor.jpg

Santanaraptor placidus e Mirischia asymmetrica

 

Ilustração produzida para estudo que revisa dois pequenos dinossauros terópodes do Cretáceo do Brasil. A análise anatômica detalhada confirma que ambos são espécies distintas que coexistiram no mesmo ambiente, pertencentes a um grupo basal de coelurossauros. O trabalho também sugere uma diversificação precoce desses dinossauros e conexões biogeográficas entre Gondwana e Laurasia.

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Sítio Pingos

 

Rio Grande do Norte há 100 Milhões de anos.
Publicada no Bollettino della Società Paleontologica Italiana, periódico oficial da Società Paleontologica Italiana -  uma das mais tradicionais instituições paleontológicas da Europa - Essa ilustração representa o paleoambiente do sítio de pegadas da Fazenda dos Pingos - o primeiro a documentar oficialmente a presença desses animais na Bacia Potiguar, no Nordeste brasileiro.

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Deserto Botucatu

 

São Paulo, há 135 milhões de anos.
Arte publicada em 2025 no Bollettino della Società Paleontologica Italiana por Giuseppe Leonardi, representando o paleodeserto Botucatu e o produtor das trilhas Farlowichnus rapidus.
Fundada em 1948, a Società Paleontologica Italiana é uma das mais tradicionais instituições paleontológicas da Europa, dedicada à promoção da pesquisa, divulgação e intercâmbio científico internacional na área.

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Aurorazhdarcho

 

É comum na taxonomia o processo de reclassificação de espécies, como ocorreu com o gênero famoso de pterossauro Pterodactylus antiquus. Desta espécie, muitos novos gêneros surgiram - como o Aurorazhdarcho - a partir de estudos e mais evidências fósseis ocorrendo desde o século XVIII.

Ypupiara lopai

Ypupiara

 

No ano de 2021 foi publicado o estudo de fragmentos fósseis de uma mandíbula de dinossauro proveniente do município de Uberaba, MG, atribuída ao grupo dos dromeossauros - que inclui o famoso Velociraptor - cuja presença era antes desconhecida para o território do Brasil.  Este é o primeiro desenho feito para divulgar a nova espécie: Ypupiara lopai.

Lajedo de Soledade - Quaternário - Guilherme Gehr.jpg

 Lajedo da Escada

 

Feita para o livro "CaveRNas: O Carste Potiguar", a cena representa espécies da megafauna pleistocênica que habitaram a região: Smilodon populator (tigre-dentes-de-sabre),
Eremotherium laurillardi (preguiça-gigante), Glyptotherium sp. (gliptodonte) e Palaeolama major (lhama extinta).

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Pegadas de terópodes do Jurássico

 

Representação paeloambiental do icnosítio Tangará Ecopark, localizado em Fortaleza dos Nogueiras, no Maranhão. Os registros neste local são dos mais importantes do Brasil para o conhecimento sobre a diversidade e ocorrência de terópodes no norte do Brasil durante o Jurássico inferior, com animais, inclusive, relacionados ao Dilofossauro e seus parentes próximos.

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Paleolama major

 

Ilustração produzida para divulgação de estudo sobre a megafauna brasileira que revela uma revisão importante sobre sua extinção. Datações por carbono-14 indicam que espécies como Paleolama major sobreviveram até cerca de 3.500 anos atrás, muito além do fim da última Era do Gelo, coexistindo com humanos e sugerindo uma história de extinção mais gradual e complexa do que se imaginava.

Aguardando publicação

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Artes para o Livro:

 Dinosaur Tracks of Mesozoic Basins in Brazil:

Impact of Paleoenvironmental and Paleoclimatic Changes 2024

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Traço decorativo
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